Móveis com memória afetiva ganham espaço na decoração e refletem nova forma de morar - Jornal do Belém
Peças herdadas e itens garimpados transformam os ambientes e reforçam a identidade nos projetos de arquitetura e decoração.
Decorar uma casa está cada vez mais próximo da memória afetiva de cada um. Existe um movimento que é crescente na busca por móveis que já viveram outras histórias, seja por herança familiar ou por achados em feiras e antiquários, criando ambientes que revelam quem mora ali de forma mais verdadeira e próxima do cotidiano.
Cristaleiras, buffets e cômodas voltam a ocupar áreas de estar com nova função, agora integradas à rotina e não restritas a espaços formais. Essas peças deixam de ser apenas utilitárias e passam a guardar lembranças, como louças antigas, fotografias e objetos que atravessam gerações. A estante segue pelo mesmo caminho e reúne livros, registros de viagens e itens afetivos, formando uma espécie de arquivo pessoal dentro de casa.